<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Rafael Cambuí &#187; Softwares</title>
	<atom:link href="http://www.gilix.com.br/rafael_cambui/wordpress_2.7/category/softwares/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.gilix.com.br/rafael_cambui/wordpress_2.7</link>
	<description>Desenvolvimento web &#38; Coluna Informativa</description>
	<lastBuildDate>Fri, 13 Aug 2010 14:24:08 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.2</generator>
		<item>
		<title>Um pouco sobre IPTABLES &#8211; Firewall do Linux</title>
		<link>http://www.gilix.com.br/rafael_cambui/wordpress_2.7/2009/01/16/um-pouco-sobre-iptables-firewall-do-linux/</link>
		<comments>http://www.gilix.com.br/rafael_cambui/wordpress_2.7/2009/01/16/um-pouco-sobre-iptables-firewall-do-linux/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 16 Jan 2009 20:27:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Php + Mysql]]></category>
		<category><![CDATA[Softwares]]></category>
		<category><![CDATA[3]]></category>
		<category><![CDATA[a]]></category>
		<category><![CDATA[b]]></category>
		<category><![CDATA[c]]></category>
		<category><![CDATA[d]]></category>
		<category><![CDATA[e]]></category>
		<category><![CDATA[f]]></category>
		<category><![CDATA[firewall]]></category>
		<category><![CDATA[g]]></category>
		<category><![CDATA[h]]></category>
		<category><![CDATA[i]]></category>
		<category><![CDATA[iptables]]></category>
		<category><![CDATA[j]]></category>
		<category><![CDATA[k]]></category>
		<category><![CDATA[l]]></category>
		<category><![CDATA[links]]></category>
		<category><![CDATA[m]]></category>
		<category><![CDATA[mark]]></category>
		<category><![CDATA[n]]></category>
		<category><![CDATA[o]]></category>
		<category><![CDATA[p]]></category>
		<category><![CDATA[pacote]]></category>
		<category><![CDATA[q]]></category>
		<category><![CDATA[r]]></category>
		<category><![CDATA[s]]></category>
		<category><![CDATA[smtp]]></category>
		<category><![CDATA[t]]></category>
		<category><![CDATA[tabela]]></category>
		<category><![CDATA[u]]></category>
		<category><![CDATA[v]]></category>
		<category><![CDATA[velox]]></category>
		<category><![CDATA[x]]></category>
		<category><![CDATA[z]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.gilix.com.br/rafael_cambui/wordpress_2.0/?p=100</guid>
		<description><![CDATA[====== Firewall e roteamento avançado no Linux ====== ===== Introdução ===== ==== Objetivo ===== Apresentar as diversas ferramentas e funcionalidades existentes no Linux para implementação de Firewall e roteadores. O uso específico de cada ferramenta não será coberto por este artigo e caberá ao leitor se aprofundar nestes assuntos. ==== Pré Requisitos ==== É assumido [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<pre>====== Firewall e roteamento avançado no Linux ======

===== Introdução =====

==== Objetivo =====

Apresentar as diversas ferramentas e funcionalidades existentes no Linux para implementação de
Firewall e roteadores. O uso específico de cada ferramenta não será coberto por este artigo e
caberá ao leitor se aprofundar nestes assuntos.

==== Pré Requisitos ====

É assumido que o leitor tenha conhecimentos básicos sobre sistemas GNU / Linux e redes TCP/IP
(incluindo firewalls e roteamento).

É recomendado que o leitor acompanhe o artigo com o manual de cada ferramenta aberto para
consulta.

====== Firewall: IP Tables ======

A ferramenta atual para firewall no Linux é o http://www.netfilter.org/projects/iptables/|iptables]].
O iptables é constituído de uma série de aplicativos existentes no [[wp&gt;Userland_(computing)|
userland]] que interagem com o [[http://www.netfilter.org/|netfilter]], que é a implementação de
firewall em nível de [[wppt&gt;Kernel|kernel]].

O iptables se baseia em pares de regras e ações. As regras definem em quais pacotes atuar
(eg. pacotes originados de uma rede em específico) e a ação define qual atitude deve ser
tomada quando um pacote bater com a regra em questão (eg. recusar pacotes de origens duvidosas).
O netfilter irá processar todas as regras sequencialmente, e quando encontrar uma que especifique
um dado pacote, ele atuará com a ação par daquela regra. As ações podem ser terminativas ou não.
Por exemplo, uma ação que diz ao netfilter para ignorar um pacote é executada e nenhuma outra é
executada. Esta é uma ação terminativa. Por outro lado, uma ação especificando para apenas
notificar a existência de um pacote, faz seu papel e diz ao netfilter para continuar processando
 as demais regras (eg. fazer log quando certo pacote passa pela máquina).

A principal ferramenta é o comando ''iptables'', que pode ter seu manual acessado com

  # man iptables

As próximas sessões explicam como e quais são as partes que compõe este funcionamento.

===== Tabelas =====

O nome iptables vem do fato de internamente o iptables funcionar em cima de tabelas, cada uma
especializada num tipo de tratamento de pacotes. As tabelas existentes são (kernel 2.6.8, pode
variar para outras versões):

  * ''raw:'' onde são feitas algumas alterações em mais baixo nível nos pacotes
  * ''filter:'' nesta tabela cabem as regras responsáveis pela filtragem de pacotes
  * ''nat:'' mudanças nos cabeçalhos dos pacotes (incluindo NAT e //IP Masquerade//)
  * ''mangle:'' usada para alterações específicas nos pacotes

Portanto, dependendo do que se deseja fazer com um pacote em específico, existe uma tabela
adequada para tal.

===== Cadeias =====

No iptables, existem diversas cadeias, a cada uma associado um certo tipo de tráfego. São elas:

  * ''PREROUTING'': tráfego ingressante na máquina (incluindo tráfego gerado localmente com destino local)
  * ''INPUT'': tráfego que tem como destino a própria máquina
  * ''FORWARD'': tráfego passante pela máquina
  * ''OUTPUT'': tráfego gerado localmente (tanto com destino local como remoto)
  * ''POSTROUTING'': todo tráfego que "sai" da máquina (incluindo tráfego gerado localmente com destino local)

Também é possível a criação de tabelas personalizadas, tópico que não será abordado.

A cadeia ''FORWARD'' tem um tratamento especial na kernel do Linux, e vem com uma trava fora do
firewall, que por padrão bloqueia tráfego por ela. Para permitir seu funcionamento, é necessário
configurar o seguinte parâmetro da kernel do Linux:

  net.ipv4.ip_forward=1

Sua ativação é feita pelo comando ''sysctl'', e pode ser automatizada na maioria das
distribuições adicionando esta linha ao arquivo ''/etc/sysctl.conf''. Para ativar manualmente:

  # sysctl -w net.ipv4.ip_forward=1

**Nota:** Nas versões do Debian GNU/Linux anteriores (e incluindo) a Sarge, o arquivo
''/etc/network/options'' pode ser usado para configurar este e outros parâmetros. É uma
configuração tida como legado e errada e não aparece mais em novas versões. Tenha certeza de que
nenhum método (''sysctl.conf'' ou ''options'') está sobrepassando a configuração do outro.

===== Fluxograma =====

O fluxo de dados que ocorre internamente na kernel do Linux pode ser descrito pelo fluxograma
abaixo. Em cada caixa, está evidenciada a cadeia atuante do iptables, e as tabelas válidas na
cadeia em questão. O tráfego passa por cada uma das tabelas em sequência em uma dada cadeia.
Por exemplo, na cadeia ''PREROUTING'', existem as tabelas ''raw'', ''mangle'' e ''nat''.
Tráfego que se enquadra nesta cadeia irá passar sequencialmente pelas três tabelas indicadas.

         Tráfego
        de Entrada
            |
            |
            V
       +----------+
       |PREROUTING|
       +----------+
       |   raw    |  &lt;--------------+
       |  mangle  |                 |
       |   nat    |                 |
       +----------+                 |
            |                       |
            |                       |
         Decisão                    |
      +-   de     -+                |
      | Roteamento |                |
      |            |                |
      V            V                |
   Destino       Destino            |
    Local        Remoto             |
      |            |                |
      |            |                |
      V            V                |
  +--------+  +---------+           |
  | INPUT  |  | FORWARD |           |
  +--------+  +---------+           |
  | mangle |  | mangle  |           |
  | filter |  | filter  |           |
  +--------+  +---------+           |
      |            |                |
      |            |                |
      V            |                |
   Máquina         |                |
    Local          |                |
      |            |                |
      |            |                |
      V            |                |
   Decisão         |                |
     de            |                |
  Roteamento       |                |
      |            |                |
      |            |                |
      V            |                |
  +--------+       |                |
  | OUTPUT |       |                |
  +--------+       |                |
  |  raw   |       |                |
  | mangle |       |                |
  |  nat   |       |                |
  | filter |       |                |
  +--------+       |                |
      |            |                |
      |      +-------------+        |
      |      | POSTROUTING |     Tráfego
      +----&gt; +-------------+ --&gt;  Local
             |   mangle    |
             |     nat     |
             +-------------+
                   |
                   |
                   V
                Tráfego
                de Saída

Tomemos como exemplo um acesso da máquina para ela mesma. O tráfego irá passar sequencialmente
por estas cadeias / tabelas:

  * Pacote gerado por um processo / kernel local
  * Decisão de roteamento
  * ''OUTPUT'': ''raw''
  * ''OUTPUT'': ''mangle''
  * ''OUTPUT'': ''nat''
  * ''OUTPUT'': ''filter''
  * ''POSTROUTING'': ''mangle''
  * ''POSTROUTING'': ''nat''
  * ''PREROUTING'': ''raw''
  * ''PREROUTING'': ''mangle''
  * ''PREROUTING'': ''nat''
  * Decisão de roteamento
  * ''INPUT'': ''mangle''
  * ''INPUT'': ''filter''
  * Pacote entregue a um processo / kernel local

Portanto, se desejamos permitir tal tráfego, devemos garantir que não exista nenhuma ação em
nenhum dos casos acima que bloqueie os pacotes deste acesso.

===== Regras =====

Dada uma cadeia / tabela em específico, é necessário o uso de regras para selecionar em quais
pacotes uma dita ação irá atuar. Nem todas as regras se aplicam a todas as cadeias (por exemplo,
 uma regra que especifica a interface de saída de pacote não se aplica a cadeia ''PREROUTING'',
uma vez que a decisão de roteamento ainda não foi tomada).

Existem regras gerais (ou padrão) e existem extensões (referidas como //match extensions// no
manual). A existência e variedade das regras extras dependem da versão da kernel em uso e da
versão do iptables em uso (lembre-se que o iptables é simplesmente uma interface para conversar
 com a kernel). É possível o caso em que exista determinada regra extra no iptables, mas não a
 correspondente implementação na kernel. Neste caso, a tentativa de uso desta regra resultará
em erro.

As regras gerais são:

  * ''-p PROTOCOLO'': especifica um protocolo (por exemplo tcp ou udp)
  * ''-s ENDEREÇO'': especifica um endereço de origem
  * ''-d ENDEREÇO'': especifica um endereço de destino
  * ''-i INTERFACE'': especifica a interface de rede na qual o pacote ingressou
  * ''-o INTERFACE'': especifica a interface de rede na qual o pacote irá sair da máquina

As regras extras serão tratadas mais adiante.

Lembre-se que nem todas as regras se aplicam a todas as cadeias.

===== Alvo =====

Especifica a ação a ser tomada quando um pacote casar com uma dada regra de seleção.
Esta ação pode ser uma das ações padrão ou uma extenção (similares ao caso das regras acima).
As ações padrão são:

  * ''ACCEPT'': aceita o pacote, e diz ao netfilter para continuar o processamento do pacote na próxima cadeia/tabela
  * ''DROP'': diz ao netfilter para ignorar completamente o pacote
  * ''QUEUE'': indica que o pacote deve ser passado ao userspace
  * ''RETURN'': instrui o netfilter para parar de processar a cadeia em questão e continuar na próxima regra na cadeia anterior

Na prática, a grandíssima maioria das vezes será usado apenas ''ACCEPT'' ou ''DROP''.

===== Escrevendo regras =====

Segundo o manual do utilitário iptables, existem diversas maneiras de se acrescentar / remover
pares de regras / ação. Todas são operações discretas, o que sugere que criemos um
//Shell Script// contendo todas as chamadas discretas das regras que irão compor o firewall
completo.

Para adicionar discretamente uma regra (ao final das pré existentes), a forma geral é:

  # iptables -t TABLE -A CADEIA REGRAS -j ALVO

Onde:

  * ''TABLE'' identifica a tabela
  * ''CADEIA'' identifica a cadeia
  * ''REGRAS'' compõe as regras de seleção de pacotes no qual o ''ALVO'' deve atuar
  * ''ALVO'' ação a ser executada

Por exemplo, para permitirmos que a rede 192.168.0.0/24 ligada a interface de rede eth0 possa
enviar tráfego a rede 192.168.1.0/24 conectada a interface de rede eth1, devemos escrever a
seguinte regra:

  # iptables -t filter -A FORWARD -s 192.168.0.0/24 -d 192.168.1.0/24 -i eth0 -o eth1 -j ACCEPT

Note pelo fluxograma que esta regra não seria suficiente para permitir tal tráfego, uma vez que
ele passa por muitas outras cadeias e tabelas.

No caso de não existir alguma regra específica para um determinado tráfego, é possível
configurar uma política padrão para cada cadeia / tabela. Esta política aponta um alvo a ser
executado, caso nenhuma regra terminativa nesta mesma cadeia / tabela atue no pacote. Para
definir uma política padrão:

  # iptables -t TABELA -P CADEIA ALVO

Por exemplo:

  # iptables -t raw -P OUTPUT ACCEPT

irá permitir tráfego livre por padrão na dada cadeia / tabela.

Até aqui, os recursos são bem limitados. O próximo tópico irá abordar os extras do iptables.

==== Regras Extras ====

Como citado anteriormente, existem regras extras que podem ajudar na seleção de pacotes.
O uso geral das extenções de regras é:

  ... -m NOME OPÇÕES

onde

  * ''NOME'' identifica a extenção a ser usada
  * ''OPÇÕES'' opções específicas de cada extenção

No manual do iptables no tópico ''MATCH EXTENSIONS'' há uma descrição detalhada das extenções
existentes. Adiante, falaremos de algumas de maior relevância.

  * **tcp**
Permite a especificação de estado ou portas de uma conexão TCP. Exemplo:

  ... -m tcp --dport www

especifica a porta de destino como www (80, veja ''/etc/services'') de uma conexão TCP.

  * **udp**
Permite a especificação de portas de uma conexão UDP.

=== Conexões ===

As regras vistas até agora conseguem identificar apenas casos estáticos. Por exemplo, um servidor
web recebe uma conexão em sua porta 80. Porém, a porta de origem do cliente é indeterminada.
Existe porém uma funcionalidade de se rastrear conexões. Você identifica somente o destino
(eh. servidor web porta 80) e todo o tráfego relacionado, poderá ser identificado facilmente.

Continuando o exemplo anterior, podemos escrever:

  # iptables -t filter -A FORWARD -d SERVIDOR_WEB -i INTERFACE_EXTERNA -o INTERFACE_INTERNA -j ACCEPT
  # iptables -t filter -A FORWARD -m state --state RELATED,ESTABLISHED -j ACCEPT

A primeira regra irá permitir que nosso roteador garanta acesso externo a um servidor web.
A segunda regra diz que será permitida a volta deste tráfego (mais especificamente, qualquer
tráfego relacionado a uma conexão existente qualquer). A regra extra ''state'' permite ter acesso
ao estado da conexão. Neste caso, estamos explicitamente dizendo que qualquer tráfego relacionado
a uma conexão pré estabelecida é permitido (não necessariamente apenas esta conexão ao servidor
 web).

O sistema de rastreamento do conexões possui diversos módulos, podendo rastrear até mesmo as
conexões de transferência de dados de uma conexão FTP, sem a necessidade de um servidor proxy
para tal. Para o caso em que não é definida uma conexão (como no caso de UDP ou ICMP) o sistema
de rastreamento abre uma janela para o tráfego de retorno, mediante a existência do tráfego de
ida, tratando ambos como parte da mesma conexão.

Um bom negócio é manter uma regra como a segunda regra genérica do exemplo acima apenas uma vez,
e ao escrever as regras específicas para rastrear conexões de cada tráfego. A existência de tal
regra é também recomendada para garantir o tráfego de mensagens ICMP.

Consulte o manual do iptables para encontrar outras possibilidades de rastreamento de conexões e
outras formas de utilização da ferramenta.

==== Alvos Extras ====

Os alvos extras permitem recursos mais interessantes, tais como NAT ou balanceamento de carga.
Ao selecionar um alvo extra, uma nova gama de opções se abre para cada um deles.
Por favor consulte sempre o manual para conhece-las.

  * **LOG**
Permite que se notifique os pacotes via mensagens da kernel (accessíveis via o comando ''dmesg'').
Uma boa dica, é sempre incluir uma regra com alvo LOG exatamente antes de qualquer regra que vá recusar
algum pacote. Desta maneira, é possível identificar facilmente se o seu firewall está bloqueando algum
tráfego que não deveria.
O uso deste alvo, dá acesso a opção ''--log-prefix'', que permite incluir um prefixo na depuração.

  * **MASQUERADE, SNAT, DNAT**
São 3 possibilidades da implementação de NAT ([[http://www.faqs.org/rfcs/rfc1631.html|RFC1631]]).
Desta maneira, é possível integrar uma rede privada ([[http://www.faqs.org/rfcs/rfc1918.html|RFC1918]])
a internet sem problemas. Por favor, consulte o manual para maiores detalhes de como utilizar
estes alvos.

====== Roteamento Avançado ======

O Linux possui uma implementação diferenciada de outros UNIX para o sistema de roteamento.
Os utilitários ''ifconfig'' e ''route'' tradicionais de sistema UNIX continuam válidos, porém
existe uma outra camada de implementação mas avançada. O utilitário ''ip'' (parte do pacote ''
iproute2'') permite o acesso a novos sistemas de roteamento. Ele será a ferramenta que estaremos
operando agora.

O sistema de roteamento no Linux é implementado em duas partes:

  - Regras
  - Tabelas de roteamento

As regras são responsáveis por indicar em qual tabela de roteamento a kernel deve procurar por
uma rota. Portanto, é possível a existência de múltiplas tabelas de roteamento.

===== Regras =====

Para listar as regras existentes, fazemos:

  # ip rule list
  0:	from all lookup local
  32766:	from all lookup main
  32767:	from all lookup default

As regras são processadas em ordem crescente de prioridade (1a coluna). Neste caso, a prioridade
0 instrui a kernel a, para qualquer tráfego,  procurar por uma solução de roteamento na tabela
de nome local. O conteúdo desta tabela pode ser acessado com:

  # ip route list table local
  local 192.168.1.1 dev eth3  proto kernel  scope host  src 192.168.1.1
  local 200.170.111.237 dev eth0  proto kernel  scope host  src 200.170.111.233
  broadcast 192.168.1.0 dev eth3  proto kernel  scope link  src 192.168.1.1
  broadcast 192.168.2.255 dev eth1  proto kernel  scope link  src 192.168.2.1
  local 200.170.111.236 dev eth0  proto kernel  scope host  src 200.170.111.233
  broadcast 127.255.255.255 dev lo  proto kernel  scope link  src 127.0.0.1
  broadcast 200.170.111.239 dev eth0  proto kernel  scope link  src 200.170.111.233
  local 200.170.111.239 dev eth0  proto kernel  scope host  src 200.170.111.233
  local 200.170.111.238 dev eth0  proto kernel  scope host  src 200.170.111.233
  local 200.170.111.233 dev eth0  proto kernel  scope host  src 200.170.111.233
  broadcast 200.170.111.232 dev eth0  proto kernel  scope link  src 200.170.111.233
  local 200.170.111.235 dev eth0  proto kernel  scope host  src 200.170.111.233
  local 201.20.202.11 dev eth0  proto kernel  scope host  src 201.20.202.11
  broadcast 201.6.149.0 dev eth2  proto kernel  scope link  src 201.6.149.41
  local 200.170.111.234 dev eth0  proto kernel  scope host  src 200.170.111.233
  local 192.168.2.1 dev eth1  proto kernel  scope host  src 192.168.2.1
  broadcast 192.168.1.255 dev eth3  proto kernel  scope link  src 192.168.1.1
  broadcast 192.168.2.0 dev eth1  proto kernel  scope link  src 192.168.2.1
  broadcast 201.20.207.255 dev eth0  proto kernel  scope link  src 201.20.202.11
  broadcast 201.20.200.0 dev eth0  proto kernel  scope link  src 201.20.202.11
  broadcast 127.0.0.0 dev lo  proto kernel  scope link  src 127.0.0.1
  broadcast 201.6.149.255 dev eth2  proto kernel  scope link  src 201.6.149.41
  local 201.6.149.41 dev eth2  proto kernel  scope host  src 201.6.149.41
  local 127.0.0.1 dev lo  proto kernel  scope host  src 127.0.0.1
  local 127.0.0.0/8 dev lo  proto kernel  scope host  src 127.0.0.1

A tabela é extensa e é gerenciada pela própria kernel, portanto não se preocupe com ela.
A tabela local contém informações de que o tráfego associado aos endereços das interfaces
de rede local, devem ser tratados localmente.

Quando ocorre de a tabela local não satisfazer um determinado destino (eg. tráfego destinado
a outra máquina) a kernel procura a regra seguinte de menor prioridade (maior número) para
achar uma solução de roteamento. No caso, a regra de prioridade 32766 diz para procurar na
tabela de nome main.

  # ip route list table main
  200.170.111.232/29 dev eth0  proto kernel  scope link  src 200.170.111.233
  192.168.2.0/24 dev eth1  proto kernel  scope link  src 192.168.2.1
  192.168.1.0/24 dev eth3  proto kernel  scope link  src 192.168.1.1
  201.6.149.0/24 dev eth2  proto kernel  scope link  src 201.6.149.41
  201.20.200.0/21 dev eth0  proto kernel  scope link  src 201.20.202.11
  default via 201.6.149.1 dev eth2 

Esta tabela contém as regras de roteamento encontradas pelo comando ''route'':

  # route -n
  Tabela de Roteamento IP do Kernel
  Destino         Roteador        MáscaraGen.    Opções Métrica Ref   Uso Iface
  200.170.111.232 0.0.0.0         255.255.255.248 U     0      0        0 eth0
  192.168.2.0     0.0.0.0         255.255.255.0   U     0      0        0 eth1
  192.168.1.0     0.0.0.0         255.255.255.0   U     0      0        0 eth3
  201.6.149.0     0.0.0.0         255.255.255.0   U     0      0        0 eth2
  201.20.200.0    0.0.0.0         255.255.248.0   U     0      0        0 eth0
  0.0.0.0         201.6.149.1     0.0.0.0         UG    0      0        0 eth2

Esta tabela portanto, contém o sistema de roteamento tradicional.

A última tabela (default) vem vazia.

As tabelas mostradas até aqui compõe o sistema de roteamento tradicional.
Porém é possível incluir novas regras de acordo com a necessidade, apontando para
tabelas de roteamento diferentes.

==== Regras personalizadas ====

Podemos por exemplo, inlcuir uma regra especificando que tráfego de determinada origem
 deve ser resolvido com uma tabela de roteamento especial:

  # ip rule add type unicast from 192.168.4.0/24 priority 55 table 55

Isso dirá a kernel para quando receber tráfego com origem na rede 192.168.4.0/24,
procurar roteamento na tabela de número 55. Esta tabela deverá ser criada pelo administrador,
 e conter as regras de roteamento aplicáveis somente a rede em questão.

Neste caso:

  # ip rule list
  0:	from all lookup local
  55:    from 192.168.4.0/24 lookup 55
  32766:	from all lookup main
  32767:	from all lookup default

Note que tanto a prioridade 55 e o número 55 para a tabela, foram absolutamente arbitrários,
e não há necessidade alguma de ambos serem iguais.

Por favor, consulte o manual do utilitário '''ip''' para obter maiores informações de como
adicionar e remover regras.

===== Tabelas =====

As tabelas de roteamento são identificadas por números de 0 a 255. As tabelas local e main
tem os números 255 e 254 associados a elas respectivamente. Existe um arquivo de configuração
em que se pode associar nome a tabelas (como no caso da loca e main, que já vem de fábrica assim)
 que não será coberto neste artigo.

A existência de uma tabela, contendo suas próprias regras não implica em que ela esteja em uso.
Uma tabela apenas estará em uso se existir uma regra apontando para ela.

Consulte o manual para aprender como adicionar e remover regras de roteamento nas tabelas.
Não deve haver dificuldade quanto a isso, uma vez que a operação é similar ao sistema de
roteamento clássico (comando ''route'').

===== Nota =====

A kernel do Linux possui uma proteção "anti-spoff" separadamente do firewall.
 Esta proteção serve para proteger uma rede interna contra ataques externos.
Dependendo da situação de roteamento desejada (especialmente com diversos links de internet)
esta opção tem que ser desabilitada.

Esta opção é accessível pelo sysctl

  net.ipv4.conf.all.rp_filter 

que muda a configuração para todas as interfaces de rede. Também existe a possibilidade de
habilitar ou desabilitar por itnerface (basta substituir ''.all.'' por ''.eth0.'' para mudar
apenas a eth0).

Colocando a linha

  net.ipv4.conf.all.rp_filter=0

no arquivo ''/etc/sysctl.conf'', deverá desligar esta proteção automaticamente durante
a inicialização.

====== Integrando Firewall e Roteamento ======

Uma das possibilidades de escrita de regra de roteamento é a opçãp ''fwmark''.
Esta opção faz com que pacotes que tenham uma marca feita pelo firewall caiam na
tabela de roteamento desejada.

  # ip rule list
  0:	from all lookup local
  33:	from all fwmark 0x1 lookup 33
  32766:	from all lookup main
  32767:	from all lookup default 

Neste caso, pacotes que contenham uma marca de firewall 1 (0x1 é o mesmo número,
porém em hexa-decimal) devem cair na tabela de roteamento 33. A escolha deste número é
absolutamente arbitrária.

É importante saber que esta marca é local, e não altera de forma alguma qualquer conteúdo
do pacote.

===== Marcando pacotes =====

Para marcar pacotes com o iptables usa-se o alvo ''MARK'':

  # iptables -t mangle -A PREROUTING -i eth0 -j MARK --set-mark 1

Nesta regra de exemplo, todo tráfego entrante pela interface eth0 será marcado como 1
(a escolha do número 1 é absolutamente arbitrária). Feito isso, é possível incluir uma
regra de roteamento como no tópico anterior que irá se aplicar somente aos pacotes que
entrarem pela interface eth0.

Note pelo fluxograma do iptables exposto anteriormente que a marca está sendo feita antes
da decisão de roteamento. Neste caso, como o tráfego é passante pela máquina, ele deve
acontecer no ''PREROUTING''. Caso se desejasse marcar tráfego gerado localmente,
deve-se utilizar a cadeia ''OUTPUT''.

==== Conexões ====

É possível também marcar todos os pacotes relativos a uma conexão. O alvo ''CONNMARK''
permite a marcação de uma conexão (referida como //connection mark//, interna ao firewall),
que não é a mesma marcação utilizada pelo roteamento (referida como //netfilter mark//,
acessível pelo sistema de roteamento), não confunda as duas. Portanto, pode-se fazer o
seguinte para marcar todos os pacotes de uma conexão:

  # iptables -t mangle -A OUTPUT -d SERVIDOR -j CONNMARK --set-mark 1
  # iptables -t mangle -A OUTPUT -m connmark --mark 1 -j MARK --set-mark 1

A primeira regra marca todas as conexões desejadas. A segunda regra usufrui da extensão ''-m
connmark'' para identificar tais conexões e marcar seus pacotes com o alvo ''MARK'' (marca que
pode ser utilizada pelo sistema de roteamento).

**Nota**: A kernel 2.6.8 distribuida com o Debian GNU/Linux Sarge não possui tal
funcionalidade (''CONNMARK''). Esta funcionalidade apareceu apenas em kernels posteriores e
é necessária uma atualização de kernel para usar este recurso.2

Referencia: http://ornellas.apanela.com</pre>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.gilix.com.br/rafael_cambui/wordpress_2.7/2009/01/16/um-pouco-sobre-iptables-firewall-do-linux/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Utilitários em modo texto</title>
		<link>http://www.gilix.com.br/rafael_cambui/wordpress_2.7/2008/12/15/utilitarios-em-modo-texto/</link>
		<comments>http://www.gilix.com.br/rafael_cambui/wordpress_2.7/2008/12/15/utilitarios-em-modo-texto/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 15 Dec 2008 16:44:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Softwares]]></category>
		<category><![CDATA[1]]></category>
		<category><![CDATA[a]]></category>
		<category><![CDATA[area]]></category>
		<category><![CDATA[area1]]></category>
		<category><![CDATA[b]]></category>
		<category><![CDATA[c]]></category>
		<category><![CDATA[cmd]]></category>
		<category><![CDATA[d]]></category>
		<category><![CDATA[e]]></category>
		<category><![CDATA[f]]></category>
		<category><![CDATA[g]]></category>
		<category><![CDATA[h]]></category>
		<category><![CDATA[i]]></category>
		<category><![CDATA[j]]></category>
		<category><![CDATA[k]]></category>
		<category><![CDATA[kbca]]></category>
		<category><![CDATA[l]]></category>
		<category><![CDATA[m]]></category>
		<category><![CDATA[modo]]></category>
		<category><![CDATA[modo texto]]></category>
		<category><![CDATA[n]]></category>
		<category><![CDATA[o]]></category>
		<category><![CDATA[p]]></category>
		<category><![CDATA[prog]]></category>
		<category><![CDATA[programas]]></category>
		<category><![CDATA[q]]></category>
		<category><![CDATA[r]]></category>
		<category><![CDATA[rodirgo]]></category>
		<category><![CDATA[s]]></category>
		<category><![CDATA[t]]></category>
		<category><![CDATA[texto]]></category>
		<category><![CDATA[txt]]></category>
		<category><![CDATA[u]]></category>
		<category><![CDATA[v]]></category>
		<category><![CDATA[x]]></category>
		<category><![CDATA[z]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.gilix.com.br/rafael_cambui/wordpress_2.0/?p=98</guid>
		<description><![CDATA[Olá, Um dia desses usando meu veio e bom linux hehe, pensei comigo mesmo será que é possível usar o mesmo para executa programa sem ser em modo Gráfico / X. Foi quando comecei a pesquisar e achei alguns programas bacanas, com varias funcionalidade desde ouvir mp3 ate navegar a net hehe. Fique ai minha [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="EC_MsoNormal">Olá,</p>
<p class="EC_MsoNormal">Um dia desses usando meu veio e bom linux hehe, pensei comigo mesmo será que é possível usar o mesmo para executa programa sem ser em modo Gráfico / X. Foi quando comecei a pesquisar e achei alguns programas bacanas, com varias funcionalidade desde ouvir mp3 ate navegar a net hehe.</p>
<p class="EC_MsoNormal">Fique ai minha sugestão para tão, e uma forma a mais de falar o quanto o linux é um “mavagilha”.</p>
<p class="EC_MsoNormal">
<p class="EC_MsoNormal"><strong>Navegar na Internet</strong></p>
<p class="EC_MsoNormal"><strong> </strong></p>
<p class="EC_MsoNormal"><span style="text-decoration: underline;"><span lang="EN-US">Lynx : <a href="http://lynx.browser.org/" target="_blank">http://lynx.browser.org/</a></span></span></p>
<p class="EC_MsoNormal"><span style="text-decoration: underline;"><span lang="EN-US"><span style="text-decoration: none;"> </span></span></span></p>
<p class="EC_MsoNormal"><span style="text-decoration: underline;"><span lang="EN-US">Links : <a href="http://links.sourceforge.net/" target="_blank">http://links.sourceforge.net/</a></span></span></p>
<p class="EC_MsoNormal"><span style="text-decoration: underline;"><span lang="EN-US"><span style="text-decoration: none;"> </span></span></span></p>
<p class="EC_MsoNormal"><span style="text-decoration: underline;"><span lang="EN-US">w3m : <a href="http://w3m.sourceforge.net/" target="_blank">http://w3m.sourceforge.net/</a></span></span></p>
<p class="EC_MsoNormal"><span style="text-decoration: underline;"><span lang="EN-US"><span style="text-decoration: none;"> </span></span></span></p>
<p class="EC_MsoNormal"><span style="text-decoration: underline;"><span lang="EN-US">elinks: <a href="http://elinks.or.cz/" target="_blank">http://elinks.or.cz/</a></span></span></p>
<p class="EC_MsoNormal"><span style="text-decoration: underline;"><span lang="EN-US"><span style="text-decoration: none;"> </span></span></span></p>
<p class="EC_MsoNormal"><span lang="EN-US"> </span></p>
<p class="EC_MsoNormal"><strong><span lang="EN-US">Email</span></strong></p>
<p class="EC_MsoNormal"><span style="text-decoration: underline;">Pine? <a href="http://www.washington.edu/pine/" target="_blank">http://www.washington.edu/pine/</a></span></p>
<p class="EC_MsoNormal"><span style="text-decoration: underline;"><span style="text-decoration: none;"> </span></span></p>
<p class="EC_MsoNormal"><span style="text-decoration: underline;"><span lang="EN-US">Mutt: <a href="http://www.mutt.org/" target="_blank">http://www.mutt.org/</a> </span></span></p>
<p class="EC_MsoNormal"><span style="text-decoration: underline;"><span lang="EN-US"><span style="text-decoration: none;"> </span></span></span></p>
<p class="EC_MsoNormal"><span lang="EN-US"> </span></p>
<p class="EC_MsoNormal"><strong>Chat</strong></p>
<p class="EC_MsoNormal"><span style="text-decoration: underline;"><span lang="EN-US">Jabber/GTalk – freetalk <a href="http://www.gnu.org/software/freetalk/" target="_blank">http://www.gnu.org/software/freetalk/</a></span></span></p>
<p class="EC_MsoNormal"><span style="text-decoration: underline;"><span lang="EN-US"><span style="text-decoration: none;"> </span></span></span></p>
<p class="EC_MsoNormal"><span style="text-decoration: underline;">AIM &#8211; Naim http://naim.n.ml.org</span></p>
<p class="EC_MsoNormal"><span style="text-decoration: underline;"><span style="text-decoration: none;"> </span></span></p>
<p class="EC_MsoNormal"><span style="text-decoration: underline;">IRC – IRSSI </span><span style="text-decoration: underline;"><span lang="EN-US"><a href="http://www.irssi.org/" target="_blank"><span lang="PT-BR">http://www.irssi.org/</span></a></span></span></p>
<p class="EC_MsoNormal">
<p class="EC_MsoNormal"><strong>Vídeo</strong></p>
<p class="EC_MsoNormal"><span style="text-decoration: underline;"><span lang="EN-US">MPlayer &#8211; <a href="http://www.mplayerhq.hu/" target="_blank">http://www.mplayerhq.hu/</a></span></span></p>
<p class="EC_MsoNormal"><span lang="EN-US"> </span></p>
<p class="EC_MsoNormal"><strong><span lang="EN-US">Imagens</span></strong></p>
<p class="EC_MsoNormal"><span style="text-decoration: underline;"><span lang="EN-US">ZGV</span><span lang="EN-US"> </span></span><span style="text-decoration: underline;"><span lang="EN-US"><a href="http://www.svgalib.org/rus/zgv/" target="_blank">http://www.svgalib.org/rus/zgv/</a></span></span></p>
<p class="EC_MsoNormal"><span lang="EN-US"> </span></p>
<p class="EC_MsoNormal"><strong><span lang="EN-US">Edição de Texto</span></strong></p>
<p class="EC_MsoNormal"><span style="text-decoration: underline;">vim : http://www.vim.org/</span></p>
<p class="EC_MsoNormal"><span style="text-decoration: underline;">emacs: <a href="http://www.gnu.org/software/emacs/" target="_blank">http://www.gnu.org/software/emacs/</a></span></p>
<p class="EC_MsoNormal">
<p class="EC_MsoNormal"><strong>Gravar CDs</strong></p>
<p class="EC_MsoNormal"><span style="text-decoration: underline;"><span lang="EN-US">Bashburn &#8211; <a href="http://bashburn.sourceforge.net/" target="_blank">http://bashburn.sourceforge.net</a></span></span></p>
<p class="EC_MsoNormal"><span lang="EN-US"> </span></p>
<p class="EC_MsoNormal">É isso ai é só uma ponta o iceber, existem muito outros, mais não to aqui para listar todos.. mais sim, para passar uma idéias do quanto o linux é show..</p>
<p class="EC_MsoNormal">Abraço a todos</p>
<p><span style="font-style: italic;"><br />
Rodrigo Lima<br />
kbca</span></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.gilix.com.br/rafael_cambui/wordpress_2.7/2008/12/15/utilitarios-em-modo-texto/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Configurando o Samba de forma simples e funcional.</title>
		<link>http://www.gilix.com.br/rafael_cambui/wordpress_2.7/2008/06/09/configurando-o-samba-de-forma-simples-e-funcional/</link>
		<comments>http://www.gilix.com.br/rafael_cambui/wordpress_2.7/2008/06/09/configurando-o-samba-de-forma-simples-e-funcional/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 09 Jun 2008 20:16:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Softwares]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia - Info]]></category>
		<category><![CDATA[Configurando o Samba de forma simples e funcional.]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.gilix.com.br/rafael_cambui/wordpress_2.0/?p=37</guid>
		<description><![CDATA[Esse artigo mostra de maneira bem simples como configurar um samba para compartilhar arquivos em qualquer sistema linux, o meu no exemplo é Slackware mas sem dúvidas em qualquer outra distro é a mesma coisa. Em poucas linhas resumi como compartilhar pastas com direito a adcionar usuarios. O aquivo de configuração fica em /etc/samba/smb.conf , [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Esse artigo mostra de maneira bem simples como configurar um samba para compartilhar arquivos em qualquer sistema linux, o meu no exemplo é Slackware mas sem dúvidas em qualquer outra distro é a mesma coisa.</p>
<p>Em poucas linhas resumi como compartilhar pastas com direito a adcionar usuarios.</p>
<p>O aquivo de configuração fica em  /etc/samba/smb.conf , o mesmo é separado em duas seções uma é a Global que define as configurações da máquina como rede grupo de trabalho e essas coisas, e a outra parte define a configuração do compartilhamento ou seja da pasta.</p>
<p>[Global]</p>
<p>workgroup: grupo de trabalho ou domínio de que esta máquina  fará parte:<br />
<font color="#ff0000">workgroup = GILIX</font></p>
<p>Server string: breve comentário sobre o servidor:<br />
<font color="#ff0000"> server string = Servidor Samba </font></p>
<p>NetBios Name: O nome da sua máquina de compartilhamento<br />
<font color="#ff0000">netbios name= Srv01</font></p>
<p>NetBios Aliases: O apelido por qual ela pode atender na rede no caso de digitar no executar o do windows \\servidor-fedora<br />
<font color="#ff0000">netbios aliases = servidor-fedora </font></p>
<p>Log File: O proprio nome ja diz é o arquivo de log do samba<br />
<font color="#ff0000">log file=/var/log/samba/%m.log </font></p>
<p>Aqui deixei a configuração padrão<br />
<font color="#ff0000">os level = 64     </font></p>
<p>Com esses parametros acima ja é possivel compartilhar qualquer arquivo porém falta apenas uma linha necessária, é ela a linha que define se a segurança do compartilhamento vai ser USER ou SHARE, ou seja se vai exigir usuário e senha pra qualquer outra estação acessar o compartilhamento ou se o nivel de segurança vai ser definido por chmod e qualquer um por acessar.</p>
<p><font color="#ff0000">security=user</font> #podendo ser share ou user</p>
<p>Deixei a opção acima como user pois se ficar como share acabou ai os parametros e ja pode compartilhar uma pasta, mas como user vc vai precisar das linhas abaixo apenas + 3 linhas.</p>
<p>encrypt password: O protocolo SMB originalmente não usava  criptografia na transmissão de senhas entre as máquinas da rede.  O NT 4.0, service pack 3 e o Windows 2000 passaram a usar  senhas criptografadas. Outras versões do Windows acessando  servidores NT ou Windows 2000 podem estar configuradas para  utilizar criptografia na transmissão de senhas. Para que um  servidor Linux possa ser acessado pela rede, ele deve adotar o  mesmo padrão utilizado na rede. É possível retirar a  criptografia das máquinas Windows editando o registro ou  configurar a criptografia no servidor Samba.  <font color="#ff0000"><br />
encrypt passwords = yes</font></p>
<p><font color="#000000">Smb Passwd File= É o arquivo onde iram ficar os passwords dos usuários cadastrados no samba.</font><br />
<font color="#ff0000"> smb passwd file = /etc/samba/smbpasswd</font></p>
<p>Username Map: É o arquivo onde vão está os usuários cadastrados no samba<br />
<font color="#ff0000">username map = /etc/samba/smbusers </font></p>
<p>Vamos agora compartilhar uma pasta veja como é simples</p>
<p><font color="#ff0000">[arquivos]                                     #Titulo da pasta<br />
comment = Arquivos               #Comentário da pasta<br />
path = /home/rede                  #Caminho da pasta<br />
available = yes                          #Disponivel sim | não<br />
browseable = yes                     #Visualização sim | não<br />
writeable = Yes                        #Direito a escrita sim | nao<br />
ready only = no                                #Somente leitura sim | nao<br />
force create mode = 0777         #forcar ao criar diretorios com essa permissão<br />
force directory mode = 0777  #configuração padrão<br />
guest only = yes                        #Leitura pra qualquer um sim | nao</font></p>
<p>Simples assim e a sua pasta /home/rede já vai está compartilhada, e se vc compartilhou ela no modo usuário como eu fiz tem mais essa opção pra dizer os usuários que vão ter acesso a ela.</p>
<p><font color="#ff0000"> valid users = rafael,mario,tonho</font></p>
<p>Agora é so criar os usuários no samba lembrando de criar o root primeiro e os comandos são:<br />
smbpasswd -a   usuario //Para criar um usuário<br />
smbpasswd -x usuario //Para deletar um usuário</p>
<p>agora crie o root smbpasswd -a root e tudo certo basta usar o copiar e colar na seção share do arquivo e compartilhar quantas pastas quiser ao modo que quiser, espero ter sido o mais claro possivel.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.gilix.com.br/rafael_cambui/wordpress_2.7/2008/06/09/configurando-o-samba-de-forma-simples-e-funcional/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Windows Vista (rwindows veesta).</title>
		<link>http://www.gilix.com.br/rafael_cambui/wordpress_2.7/2007/12/12/windows-vista-rwindows-veesta/</link>
		<comments>http://www.gilix.com.br/rafael_cambui/wordpress_2.7/2007/12/12/windows-vista-rwindows-veesta/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 12 Dec 2007 02:55:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael</dc:creator>
				<category><![CDATA[Softwares]]></category>
		<category><![CDATA[Windows Vista (rwindows veesta).]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.gilix.com.br/rafael_cambui/wordpress/?p=10</guid>
		<description><![CDATA[Bom posso está atrasado ou coisa e tal mas há 5 dias atrás um cliente me pediu algumas orientações para comprar o Notebook mais atual e rápido assim como ele ressaltou e que tivesse um preço acessível. Bom vamos lá eu e Sr. X nos dirigimos a loja e olhamos todos os modelos e configurações, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.gilix.com.br/rafael_cambui/wordpress/wp-content/uploads/2007/12/vista.jpg" alt="windows vista" border="0" /><br />
Bom  posso está atrasado ou coisa e tal mas há 5 dias atrás um cliente me pediu algumas orientações para comprar o Notebook mais atual e rápido assim como ele ressaltou e que tivesse um preço acessível. Bom vamos lá eu e Sr. X nos dirigimos a loja e olhamos todos os modelos e configurações, vimos alguns com preços ótimos, mas configurações razoáveis o que não seria interessante uma vez que o Sr. X queria trabalhar com AUTO CAD na máquina, de repente então BINGO! Achamos a máquina que ele queria:<br />
Sony Vaio<br />
Processador Core 2 Duo T7100(1,8Ghz)<br />
Memória: 2gb<br />
Hd: 120 GB<br />
Tela: 14,1&#8243;<br />
3 portas USB uma firewire e outras tranqueiras,  design arrojado e colorido, em fim um notebook ótimo e lógico que ao ver está acessível realmente mas só ao bolso dele é claro, R$ 5.400,00 CONTO.<br />
Com uma máquina dessas da pra imaginar arte mas não foi o que aconteceu, bem a começar ela veio com o Windows Vista Home Basic, mas o Sr. X me pediu que eu instalasse o Windows XP pois ele ainda não havia familiarizado com o vista tanto ao ponto de usa-lo tranqüilamente, e assim foi, tudo ocorreu bem quando no terceiro dia ele me procura e me trás um produto novo o WINDOWS VISTA ULTIMATE, segundo ele, leu em revistas que é o melhor e isso e aquilo e todas aquelas baboseiras o que chegou a convence-lo de comprar e então me trouxe o tal vista. Não dá para dizer de cara que todo upgrade melhora, e o difícil é encontrar um exemplo mais polêmico em 2007 que o windows vista.<br />
Em exatamente 46minutos o vista estava instalado e pronto para usar depois mais 35 para instalar os aplicativos office e o autocad, e assim o Sr. X saiu feliz da vida, o que não demorou muito pois no outro dia me chegou com a máquina na maior lentidão do mundo la vai eu remover alguns aplicativos passar um anti virus aqui e um corretor de boot ali e tal e dei um jeitinho, no outro dia novamente veio ele reclamando que a máquina tava lenta então pedi para que ele usasse na minha frente o computador como ele usa em casa e acha lento então ele abriu o auto cad somente e quando tenta abrir o word leva 1minuto e 24 segundos, e isso não teve jeito mexi aqui corri ali e mexi aculá mas não adiantou o pc sempre ficava lento e olha que era uma ótima máquina.<br />
Conclusão: Voltei ao velho XP e tudo foi resolvido e ele ficou novamente feliz da vida.<br />
Sobre: O tio Bill ja distribuiu pelo mundo 88 MILHÕES de licenças do VISTA.  A microsoft diz que está trabalhando em melhorias de perfomance, mas isso só deus sabe quando vai ser.<br />
Dica: Não recomendo que instale o vista ainda se vc trabalha com aplicativos do tipo COREL DRAW, AUTO CAD, PINAACLE dentr outros programas pesados se vc ainda não tem uma super máquina, e que seja super máquina mesmo pq essa que eu tive a experiencia era uma ÓTIMA e o resultado não foi ótimo.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.gilix.com.br/rafael_cambui/wordpress_2.7/2007/12/12/windows-vista-rwindows-veesta/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Morra de inveja, IE!</title>
		<link>http://www.gilix.com.br/rafael_cambui/wordpress_2.7/2007/12/11/morra-de-inveja-ie/</link>
		<comments>http://www.gilix.com.br/rafael_cambui/wordpress_2.7/2007/12/11/morra-de-inveja-ie/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 12 Dec 2007 01:15:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael</dc:creator>
				<category><![CDATA[Softwares]]></category>
		<category><![CDATA[IE!]]></category>
		<category><![CDATA[Morra de inveja]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.gilix.com.br/rafael_cambui/wordpress/?p=8</guid>
		<description><![CDATA[Saiu o primeiro beta do Firefox 3, e a fundação Mozilla caprichou (baixe e confira em www.info.abril.com.b/download/4704.shtml). O navegador passou por reformas internas para aprimorar a renderização de imagens e o consumo de memória, entre outras melhorias do código. Além disso, o Firefox 3 adicionou funções que o rival Internet Explorer 7, da Microsoft, não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.gilix.com.br/rafael_cambui/wordpress/wp-content/uploads/2007/12/clip-firefox-say-no2ie.jpg" border="0" height="259" width="264" /></p>
<p><font color="#000000" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Saiu o primeiro beta do Firefox 3, e a fundação Mozilla caprichou (baixe<br />
e confira em <a href="http://www.info.abril.com.b/download/4704.shtml">www.info.abril.com.b/download/4704.shtml</a>). O navegador passou por<br />
reformas internas para aprimorar a renderização de imagens e o consumo<br />
de memória, entre outras melhorias do código. Além disso,<br />
o Firefox 3 adicionou funções que o rival Internet Explorer 7, da<br />
Microsoft, não tem. Veja algumas:</font></p>
<ul>
<li><font color="#000000" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Serviços online compativels podem ser usados sem conexao</font></li>
<li><font color="#000000" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Integração   com antivirus e filtrador de conteúdo nocivo</font></li>
<li><font color="#000000" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Nova   organização dos favoritos com direito a backup dos links</font></li>
<li><font color="#000000" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">botão   para salvar as abas abertas antes de fechar o browser</font></li>
<li><font color="#000000" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">gerenciados   de downloads com campo de buscas e botão para reiniciar transferências.<br />
</font></li>
</ul>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.gilix.com.br/rafael_cambui/wordpress_2.7/2007/12/11/morra-de-inveja-ie/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

